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Em Outubro de 1947, o célebre crítico de arte norte-americano Clement Greenberg escrevia na revista britânica "Horizon": "O pintor mais poderoso da América contemporânea e o único que promete ser um dos grandes é gótico, mórbido e extremo discípulo do cubismo de Picasso e do pós-cubismo de Miró, com toques de Kandinsky e de inspiração surrealista. Chama-se Jackson Pollock."

Um artigo de Ana Sofia Frazoa em O Publico

 
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